Está encontrado o primeiro finalista de Roma, sem grandes surpresas, apesar de estatísticamente o Arsenal apresentar 23 jogos consecutivos para a Champions League sem perder em casa, o Manchester como vem sendo habitual mostrou todo o seu poder, iniciando a partida com uma pequena alteração em relação ao jogo de Old trafford remetendo para o banco Carlitos Tevez e colocando em campo o Coreano Park, o que originou o então preferido sistema táctico de Sir Alex Ferfusson(4-4-2), ficando assim com mais colisão no seu meio campo de forma a tentar minimizar a qualidade técnica dos "meninos" de Wenger.
O Arsenal entrou com a vontade de atacar cedo, de forma a tentar aspirar a tão desejada final de Roma, mas desde cedo o seu sonho tornou-se, no maior pesadelo de sempre na carreira de Wenger como o própio assumiu, com um golo no início da partida logo aos 6 minutos, assinado por Park, após assistência de Cristiano Ronaldo.
Após este silenciar do Emirates Stadium, o Arsenal teria então de fabricar 3 golos para puder anular a desvantagem de 1-0 conseguida pelo Manchester United na primeira mão, mas este milagre teve pouca duração, com a ajuda do nosso astro Português, que após sofrer falta de Van Persie, fez de livre o 0-2 para os Reds, um monumental golo, que vale a pena ver e rever, acabando com qualquer tipo de esperança dos adeptos londrinos presentes no estádio.
O jogo corria então na perfeição para o Manchester, e com o Arsenal a ter poucas oportunidades de facturar o seu golo até ao intervalo.
Após o intervalo, Sir Alex confiante na presença da final de Roma, fez entrar Rafael da Silva e Ryan Giggs, para os lugares de Patrice Evra e Anderson, respectivamente, visto que estes estavam em risco de ver o amarelo que os afastaria da grandiosa final, logo após foi a vez de Berbatov ocupar o lugar do incansável Wayne Rooney. Sem grandes oportunidades para qualquer dos lados, surge então o 2º golo aos 66 minutos apontado por Cristiano Ronaldo que surge numa perda de bola do meio campo do Manchester por parte do Arsenal, originando um rápido contra-ataque desenhado por Ronaldo, Park e Rooney, com este último a fazer a assistência para Ronaldo encostar e fazer o 2º da conta pessoal, o que levou os adeptos ao desespero, começando a abandonar o maravilhoso estádio londrino.
O resto da partida foi repartido com poucas ocasiôes para os dois lados, apenas vale a pena salientar o penalti cometido por Fletcher, o que vai custar ao jogador a ausência na final, aos 76 minutos sobre Fabregas, com Van Persie a converter em grande estilo, apesar de nada mudar a história do jogo...
Por fim quero apenas frisar que o nosso bota e bola de ouro, parece que voltou ao nível a que nos habituou na época passada com uma excelente exibição, contando com dois golos e uma assistência, sendo então uma constante ameaça para qualquer adversário. Será importante ter este Ronaldo a representar as cores da nossa seleção.
El ’38’ del Lens
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El momento más asombroso de mi verano futbolístico no ha sido viendo el
Mundial, sino un amistoso. El más colérico, en cambio, sí llegó en la cita
mundiali...
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